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Junta de Barcouço atribui voto de louvor ao músico Luís Martelo

A Junta de Freguesia de Barcouço atribuiu um voto de louvor ao músico Luís Martelo, natural da freguesia, e que, no início deste ano, foi galardoado com a Medalha de Bronze nos “Global Music Awards 2020”, Estados Unidos da América, como o terceiro melhor instrumentista do mundo. O galardão foi entregue esta sexta-feira, 19 de março, por João Cidra Duarte, presidente da Junta, ao pai do jovem, Marcolino Luís Ferreira Martelo, na atual impossibilidade de o músico se deslocar de Inglaterra a Portugal.

“Receber um Louvor no meu país, mas especialmente na minha terra, é uma honra e uma alegria que não consigo expressar em palavras”, escreveu Luís Martelo nas redes sociais, agradecendo o gesto da Autarquia. “Hoje, Dia do Pai em Portugal, e dada a minha ausência do País, foi entregue o Louvor, em mãos, ao meu pai, também ele Luís Martelo, em forma de homenagem nesta data especial”, continua a publicação, onde o jovem parabeniza o progenitor: “Obrigado por me educares a ser lutador, trabalhador e teimoso como tu”.

Recorde um pouco da história deste jovem em https://www.bairradainformacao.pt/2021/02/16/por-muito-que-tudo-corra-bem-nunca-es-100-feliz-num-pais-que-nao-e-o-teu/

Fonte: https://www.bairradainformacao.pt/2021/03/19/junta-de-barcouco-atribui-voto-de-louvor-ao-musico-luis-martelo/

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Voto de Louvor

A Junta de Freguesia de Barcouço na pessoa do Exmo. Sr. Presidente João Cidra Duarte atribuiu-me hoje um Voto de Louvor pelo premio nos Global Music Awards. Receber um Louvor no meu País mas especialmente na minha terra é uma honra e uma alegria que não consigo expressar em palavras. Muito obrigado Sr.Presidente que tanto tem feito numa terra dificil de trabalhar e com bem menos recursos do que seria desejavel, muito obrigado. Hoje, dia do Pai em Portugal, e dado a minha ausencia do País, foi entregue o Louvor em mãos ao meu Pai, também Luis Martelo, em forma de homenagem nesta data especial ❤ Parabéns Pai e obrigado por me educares a ser lutador, trabalhador e teimoso como tu 🤣❤🇵🇹🎺 Feliz dia do Pai 💪🏽

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“Por muito que tudo corra bem nunca és 100% feliz num país que não é o teu”

Depois de três anos a viver na rua, Luís Martelo, hoje com 31 anos, natural de Barcouço, Mealhada, rumou em 2014 a Inglaterra em busca de «um futuro melhor e com o sonho de recuperar a carreira na música». Com o trompete sempre debaixo do braço e um trabalho que começa agora a dar frutos, o jovem foi, recentemente, galardoado com a Medalha de Bronze dos “Global Music Awards 2020”, nos EUA, como o terceiro melhor instrumentista do mundo.

Fonte: https://www.diarioaveiro.pt/noticia/66370

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Luís Martelo: português eleito o terceiro melhor instrumentista do mundo

Chama-se Luís Martelo, é português e foi eleito o terceiro, sim leu bem, o terceiro melhor instrumentista do mundo.

Tem 31 anos de idade, é natural de Barcouço, concelho da Mealhada, e actualmente, reside em Inglaterra, onde está à mais de 6 anos.

Foi nos Estados Unidos da América, nos prémios «Global Music Awards 2020» que foi galardoado com a Medalha de Bronze, tendo sido eleito como o terceiro melhor instrumentista do mundo.

“Este prémio é o carimbo que certifica aquilo que na verdade tenho vindo a fazer, desde sempre, à custa de trabalho e muito estudo”, disse ao Diário de Coimbra, confessando que este prémio é “também o culminar de um sonho, tanto meu como da minha família.”

O artista português foi nomeado em duas categorias nos prémios «Global Music Awards 2020» com o seu espectáculo chamado “Chorando Saudade”: “Melhor Solista de Jazz Latino” e “Melhor Instrumentista”.

“Disseram-me que o prémio foi atribuído pela originalidade e por passar um pouco pelo mundo todo, Argentina, Brasil (bossa nova), Portugal (fado) e pelo «swing» dos anos 20, 30 e 40”, declarou ao Jornal Bairrada

Viveu em Évora durante cerca de 4 anos, onde integrou a Banda Sinfónica do Exército e a Banda Militar de Évora “Em Portugal, se fores cantor és a cara da banda, se fores músico, és mais um músico e ninguém sabe quem é que lá está”, disse

Desiludido com o facto de não vingar no mundo da música em Portugal, Luís Martelo rumou até Inglaterra, onde trabalhou na Construção Civil, na Restauração e como operário de uma fábrica de madeira: “Em determinada altura consegui comprar um trompete e concorri a uma orquestra de Bristol, onde fiquei”.

O artista português, agora premiado, tem gravado para algumas bandas sonoras de filmes de Hollywood.

Fonte: Luís Martelo: português eleito o terceiro melhor instrumentista do mundo – VOX POP TV / A Febre da Televisão

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Terceiro melhor instrumentista do mundo é de Barcouço

Luís Martelo, trompetista português, natural de Barcouço, no concelho da Mealhada, mas a residir em Inglaterra há mais de seis anos, foi, recentemente, galardoado com a Medalha de Bronze dos “Global Music Awards 2020”, nos Estados Unidos da América, como o terceiro melhor instrumentista do mundo. «Este prémio é o carimbo que certifica aquilo que na verdade tenho vindo a fazer, desde sempre, à custa de trabalho e muito estudo», confessa, ao Diário de Coimbra, garantindo ser «também o culminar de um sonho, tanto meu como da minha família».

Font: https://www.diariocoimbra.pt/noticia/65308

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3.º melhor instrumentista do mundo em 2020 é de Barcouço

Luís Martelo, trompetista português, natural de Barcouço, no concelho da Mealhada, mas a residir em Inglaterra há mais de seis anos, foi, recentemente, galardoado com a Medalha de Bronze dos «Global Music Awards 2020», nos Estados Unidos da América, como o terceiro melhor instrumentista do mundo. «Este prémio é o carimbo que certifica aquilo que na verdade tenho vindo a fazer, desde sempre, à custa de trabalho e muito estudo», confessa, ao Diário de Coimbra, garantindo ser «também o culminar de um sonho, tanto meu como da minha família».

O jovem, de 31 anos, esteve nomeado nos «Global Music Awards» com o seu «show» a solo «Chorando Saudade», transmitido, inicialmente, ao vivo na internet a partir de um estúdio em Londres – que pode ser visto no Youtube pesquisando por «Luís Martelo – Chorando Saudade 3 – Full live concert» -, em duas categorias, de «melhor solista de jazz latino» e «melhor instrumentista», tendo sido premiado com bronze, como o terceiro melhor instrumentista do mundo em 2020. «Disseram-me que o prémio foi atribuído pela originalidade e por passar um pouco pelo mundo todo, Argentina, Brasil (bossa nova), Portugal (fado) e pelo «swing» dos anos 20, 30 e 40», explicou ao nosso jornal.

Em Portugal, iniciou o seu percurso na Associação Filarmónica Lyra Barcoucense 10 de Agosto (Mealhada), onde esteve dos sete aos 20 anos; tendo de 2007 a 2010, integrado a Banda Sinfónica do Exército e a Banda Militar de Évora. «Em Portugal, se fores cantor és a cara da banda, se fores músico, és mais um músico e ninguém sabe quem é que lá está», lamenta.

Há seis anos e meio quando emigrou para Inglaterra, trabalhou na restauração, na construção civil e ainda como operário numa fábrica de madeira. «Em determinada altura consegui comprar um trompete e concorri a uma orquestra de Bristol, onde fiquei», explica o jovem, que tem feito sucesso nas três «Big Bands» onde toca, explorando as raízes latinas. «As músicas são escolhidas a dedo em cada “show” que faço», confessa, garantindo que 2020 «foi o seu melhor ano de carreira de sempre». «Comecei a tocar em lares de idosos, com uma coluna livre de eletricidade que me permite estar longe deles. Toco na rua, enquanto eles estão dentro das suas casas», sublinha, desvendando que «neste momento, faço, no mínimo, de 180 a 200 libras em duas horas».

Luís Martelo tem também gravado, em estúdio, para vários artistas conhecidos e várias bandas sonoras de filmes de Hollywood, tal como a última faixa chamada «Uber Time» para o realizador Scott Fivelson dos filmes «American Reel» e «Near Myth: The Oskar Knight Story» onde participa o ator português Joaquim Almeida. Esteve nomeado para atuar e lecionar em várias masterclasses e festivais internacionais, tais como, o «VG Brass Festival», na Croácia, em junho próximo.

Na reunião camarária da Mealhada, que se realizou, na manhã desta segunda-feira, 18 de janeiro, o presidente da Autarquia garantiu ir ser enviada uma carta de felicitações ao músico. «Mal seja possível tentaremos que atue no nosso Município», sublinhou.

Recordamos os nossos leitores que o músico Luís Martelo, num registo musical diferente do atual, em 2018 foi um dos convidados do «Bairrada Informação» na Feira do Município da Mealhada.

Font: Bairrada Informação https://www.bairradainformacao.pt/2021/01/18/3-o-melhor-instrumentista-do-mundo-em-2020-e-de-barcouco/?fbclid=IwAR2gVIXbnV8WLgB2uKsch7aEoIr5btZp3TNbPumBUGkqerAvlWNHXvgeET0

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Trompetista de Barcouço ganha bronze nos “Global Music Awards”

Luís Martelo conheceu a decisão do júri no primeiro dia do ano, depois de estar nomeado em duas categorias.

Luís Martelo, trompetista português, natural da Freguesia de Barcouço, Mealhada, foi galardoado com a Medalha de Bronze dos Global Music Awards (GMA) nos Estados Unidos, equivalente aos Grammys para músicos independentes.

Luís Martelo conheceu a decisão do júri no primeiro dia do ano, depois de estar nomeado, com o seu show a solo “Chorando Saudade”, em duas categorias: Melhor Solista de Jazz Latino e Melhor Instrumentista.

O músico de Barcouço acabou por ser premiado com bronze, ou seja, como terceiro melhor instrumentista do mundo em 2020.

Na próxima edição impressa, de 14 de janeiro, vamos dar a conhecer o percurso deste músico.

Fonte: https://www.jb.pt/2021/01/trompetista-de-barcouco-ganha-bronze-nos-global-music-awards/

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Luis Martelo, of Taunton, wins bronze at Global Music Awards

 

TAUNTON-based trumpet player Luis Martelo has scooped a top accolade at a major international awards ceremony.

Luís Martelo has this week won a bronze medal at the Global Music Awards in the United States, equivalent to the Grammys for independent musicians.

Luís was nominated for his solo show Chorando Saudade in two categories in the worldwide contest – best Latin jazz soloist and best instrumentalist, receiving bronze in the latter.

He has carved out a successful career in Portugal, where he was a band player in the army, and in bands and orchestras in the United Kingdom.

He has recorded for several well-known artists in studio sessions and a number of soundtracks for Hollywood films such as Uber Time.

He has performed internationally as a soloist, was nominated for the best theatre musician 2020 by the Cinderella Awards and has been invited to play and teach in masterclasses and international festivals including the VGBRASS festival in Croatia in June this year.

Font: Luis Martelo, of Taunton, wins bronze at Global Music Awards | Somerset County Gazette

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“Este rapazito tem lábio para trompete”

Natural de Barcouço, Luís Martelo vive em Inglaterra. Tinha 25 anos quando decidiu arriscar: partiu sozinho, “de mochila às costas, praticamente vazia”, e 20 euros no bolso. “Vim em busca de sonhos, de um novo recomeço, de uma vida melhor”, recorda o músico português que nasceu na Associação Filarmónica Lyra Barcoucense, que este ano completou cem anos.

Ainda não sabia escrever quando recebeu o primeiro instrumento musical: uma “mini concertina” que o “tio Manuel” lhe ofereceu numa festa: “pintaram-me um bigode à Quim Barreiros com um pedaço de carvão retirado da lareira, meteram-me um boné antigo do meu avô e lá andei eu a fazer espetáculo para a família”. Desde cedo, Luís Martelo mostrou ter “inclinação para a música” mas a “ligação propriamente dita” começou quando, por indicação dos pais, entrou na escola da Filarmónica Lyra Barcoucense – “a base do que sei e do que sou na música” e uma casa “onde se formaram grandes músicos”: “o Sr. Sá era o maestro e o Sr. Quim, o contramestre”. Tinha sete anos.

Aos oito, integrou a banda com o instrumento clavicorne: “eu adorava tocar. Como era o elemento mais pequenino da banda, nas festas, as pessoas de idade vinham ter comigo e davam-me sempre carinho. Também cheguei a receber umas moedas para comprar um doce”. Por esta altura, Luís Martelo queria ser paleontólogo quando fosse “grande”. O desejo começou a mudar quando conheceu o novo maestro da filarmónica, Fernando Vidal, “pessoa a quem devo tanto ou quase tudo na música”: “foi este senhor, grande músico e grande homem, que olhou para mim no primeiro ensaio e disse ‘este rapazito tem lábio para trompete’”. Estava certo.

Até chegar a Inglaterra (em 2014), a vida de Luís Martelo deu muitas voltas. As mais marcantes foram a passagem pelo Exército Português, enquanto militar na especialidade Música, entre 2007 e 2010, e a aposta no rap, que continuou a crescer em Londres, primeira cidade inglesa onde viveu. A adaptação ao país estrangeiro foi “um pouco dura”. Começou por trabalhar num restaurante no centro de Londres: “depois de estar estável, regressei ao rap, montei o meu estúdio caseiro e comecei a fazer algum sucesso”. Chegou a conciliar a música com outros empregos.

“Ser emigrante é sofrer de saudade”

Em 2018, cumpriu o “sonho” de “recuperar” a sua “verdadeira profissão”: “concorri a uma orquestra inglesa e entrei”. Mudou-se para Bristol, no sudoeste da Inglaterra, e hoje dedica-se profissionalmente apenas à música: “sou trompete principal da Taunton Concert Band, ‘1.º Lead Trompete’ da Deane Big Band e ‘solo cornet’ da Phoenix Brass Band”; “também toco regularmente com os The Big Noise Street Band e faço trabalhos em regime freelance com várias bandas e em estúdio”; “dou aulas particulares de trompete, on-line e presencialmente”. Em Inglaterra, Luís Martelo também se dedica à família. Conheceu uma portuguesa, com quem casou. Tem três filhos e aguarda a chegada de outro, prevista para novembro.

Luís gosta “muito” de viver em Inglaterra – “estou super integrado” – e não tenciona regressar a Portugal num futuro próximo. No Reino Unido, reprova “o clima escuro, frio e chuvoso”, a comida, a ausência de “humor” e o elevado preço da habitação; elogia a “mentalidade”, a valorização do património histórico (“muito bem cuidado e usado para algo realmente útil”) e o “salário mais elevado”.

Sempre que pode, regressa às origens para aliviar a saudade de familiares, de amigos, de sítios onde cresceu, de tradições, da praia, da comida e da “paz que o concelho ainda mantém, mesmo com o desenvolvimento que vai tendo”. Luís Martelo define saudade como “uma vontade que, por mais que seja alimentada, continua faminta”. Ser emigrante – considera – é “sofrer de saudade”: “é acordar de manhã com a força do Rambo e, à noite, deitar a cabeça na almofada com as lágrimas de uma criança que anseia pelo carinho da mãe. E repetir este ciclo diariamente, enquanto aguentar”. A música e a família que constituiu no Reino Unido têm-no ajudado a “curar as feridas e as dores da saudade”.

Luís Martelo, agora com 30 anos, tem o sonho de ser um “orgulho” para aqueles que sempre acreditaram no seu trabalho e uma “surpresa” para os que dele duvidaram. Na música, quer alcançar novas “metas” sem “nunca perder a humildade”.